Alterações no comportamento das algas euglenas gracilis na presença de 17α etinilestradiol e 17 β estradiol.

Luciano Henrique Pinto, Rafaela Sierth, Luana Soares Schulter, Marcela Cristina Fausto, Lineu Del Ciampo, Julia Carolina Soares, Gilmar Sidnei Erzinger

Resumo


Atualmente tem havido uma crescente preocupação com a contaminação dos recursos hídricos por "poluentes emergentes". Sem endócrino regulador (ED) proveniente de produtos farmacêuticos, como o 17 de α 17 β estradiol e etinilestradiol queda estradiol sob esta condição. Esta questão tem sido estudada por pesquisadores, porque pouco se sabe sobre o risco ecotoxicológicas de tais compostos. Existem diversos métodos que visam tornar o biomonitoramento para a presença de águas Ed, como testes envolvendo levedura ou peixes geneticamente modificados. A desvantagem deste no primeiro e segundo atraso em extrapolar não é possível lidar com o ambiente por seres geneticamente modificados. Neste cenário, buscamos bioensaios que permitem um rápido e ambientalmente biomonitoramento válido. As alterações fisiológicas dos microrganismos ED frente têm sido amplamente estudados para a caracterização e uso em biomonitoramento.

Palavras-chave

Poluição emergente, o estrogênio, as mudanças na fotossíntese, as mudanças no comportamento


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DOI: http://dx.doi.org/10.14210/bjast.v20n2.7471

(eISSN: 1983-9057, ISSN: 1808-7035)