JOGOS ELETRÔNICOS E APRENDIZAGEM: O QUE AS CRIANÇAS E JOVENS TÊM A DIZER?

Dulce Marcia Cruz, Daniela Karine Ramos, Rafael Marques de Albuquerque

Resumo


Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa exploratória feita com estudantes de escolas de Santa Catarina com o objetivo de conhecer suas opiniões e idéias sobre jogos eletrônicos e o que aprendem através deles. Os resultados mostraram que eles acreditam que aprendem muito e a maioria gostaria de jogar como atividade escolar. Entre os que não gostariam de jogar na escola encontramos a ideia de que o espaço escolar não é lugar de diversão, mas de estudo. Pelas respostas sobre o que aprendem, identificamos as habilidades contidas na tipologia de conteúdos de aprendizagem (factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais) de Zabala (1998). Concluímos que a pesquisa mostrou uma aceitação dos jogos eletrônicos e reforçou seu potencial para a aprendizagem. Sua inclusão na escola, pautada num planejamento que privilegie a mediação pedagógica, poderia orientar as vivências que os jovens já têm com os jogos eletrônicos ao trabalhar uma perspectiva mais crítica e reflexiva dessa experiência.

Palavras-chave


jogo eletrônico, escola, aprendizagem

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