A INTERPRETAÇÃO DA ESTÉTICA DA INFÂNCIA EM ROUSSEAU E BENJAMIN

Rosana S de Moura

Resumo


Por meio de uma interpretação hermenêutica o ensaio articula uma ponte entre o pensamento de Jean-Jacques Rousseau e o pensamento de Walter Benjamin, no que diz respeito às concepções de infância que os mesmos nos legaram. Interpretamos em ambos a ideia de uma natureza da infância constituída esteticamente. No Livro I, do Emílio, e de alguns excertos do conjunto da obra benjaminiana que versam sobre o tema, encontramos conexões entre os dois autores para pensarmos o que estamos interpretando como sendo suas estéticas da infância. Com este exercício hermenêutico atualizamos o horizonte compreensivo sobre o tema, bem como aproximamos as concepções de um e outro, procurando a familiaridade entre eles quando o assunto é a infância, um lugar marcadamente estético.

Palavras-chave


Rousseau. Benjamin. Estética da infância.

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DOI: https://doi.org/10.14210/contrapontos.v14n1.p220-233

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