A FRAGILIDADE DE MUDANÇA NO TRABALHO DOS PROFESSORES NA CONDIÇÃO DA PÓS-MODERNIDADE

Elisabeth Caldeira Villela

Resumo


É grande o esforço dos professores em realizar mudanças numa prática de desconstrução de versões reais já existentes. A qualidade, a flexibilidade e a plenitude do trabalho dos professores vão além de métodos e competências específicas de domínio de sala de aula. O trabalho dos professores está estreitamente ligado à forma como se desenvolvem enquanto pessoas e profissionais. As suas carreiras e suas relações com colegas e com a sociedade de modo geral, as condições de status, de recompensa e de liderança nas quais trabalham, são fatores, entre outros, que interferem na qualidade do que realizam na docência. Este texto descreve sete dimensões fundamentais da condição social pósmoderna e os desafios postos aos professores e à reestruturação do seu trabalho. De modo a cumprir as novas expectativas e pressões da pós-modernidade, o papel do professor assume novos requisitos, embora o papel antigo não seja posto de lado. Tanto as certezas científicas perdem a sua credibilidade como os métodos e estratégias são constantemente criticados, à medida que ocorre o colapso das certezas morais. A validade e o poder de afirmação das vozes dos professores confrontam teorias e conduzem questionamentos, sugerindo a mudança, embora ainda fragilizada.

Palavras-chave


Trabalho dos professores; Fragilidade de mudança; Pós-modernidade.

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