OS DESAFIOS, AS LIMITAÇÕES E AS PERSPECTIVAS DO MODELO DO ÍNDICE DE COMPETITIVIDADE TURÍSTICA NO CONTEXTO DA POLÍTICA NACIONAL DE TURISMO BRASILEIRA

Isabela Rosa Sette, Edegar Luis Tomazzoni

Resumo


O objetivo deste artigo é analisar os desafios, as limitações e as perspectivas do modelo do Índice de Competitividade Turística no contexto da política nacional brasileira de turismo. A metodologia de pesquisa envolveu análise documental e bibliográfica e observação participante, além da aplicação e da análise de entrevistas com 14 representantes do Ministério do Turismo, do Sebrae Nacional e da Fundação Getúlio Vargas, instituições responsáveis pela criação do índice. Dentre as limitações destacadas, está o excesso de uniformidade na coleta e na análise de dados; a não consideração da opinião da demanda e a visão unânime de que os resultados do Índice de Competitividade ainda são subutilizados pelos destinos e demais instituições interessadas, tal como o próprio Ministério do Turismo. Como desafios e perspectivas, foi ressaltado que a amostra dos então 65 destinos indutores foi, a princípio, definida como parte de uma estratégia da política nacional de turismo, que foi descontinuada e os destinos não são mais classificados como indutores. Dessa forma, o Índice de Competitividade Turística passou a ser uma ferramenta apenas de monitoramento ou de diagnóstico para os destinos.

Palavras-chave


Turismo. Competitividade. Destinos Turísticos. Ministério do Turismo (Brasil).

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DOI: http://dx.doi.org/10.14210/rtva.v19n2.p292-318

ISSN: 1983-7151

Tur., Visão e Ação

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